sexta-feira, 31 de maio de 2013

Árvores Frutíferas Nogueira Pecan

Sinon.: Carya pecan Engl. et Graebn, 
Juglans pecan March., Hicoria pecan But.
Família: JUGLANDACEAE
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore de 15 a 30 m de altura. Tronco ereto, casca inicialmente lisa tornando-se áspera e fendida, de coloração acinzentada e com ramos pilosos quando novos. Folhas compostas, pinadas, com 11 a 17 folíolos oblongo-lanceolados, de margem serrilhada, acuminados, pilosos, de 10 a 20 cm de comprimento. Inflorescência terminal, com flores sésseis, pequenas e esverdeadas. Fruto noz, oblonga, casca dura, lisa com a coloração pardo-acinzentada, apresentando manchas negras, ápice e tamanho variáveis. Semente (amêndoa) rica em óleo e proteínas, revestida por uma pelícola pardo-avermelhada. 

OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA 
 Espécie que perde parcialmente as suas folhas na estação seca. Originária da América do Norte e Central. 
 


USOS MAIS FREQUENTES

Fruto com semente (amêndoa) comestível, podendo ser consumida ao natural, assim como utilizada no preparo de bolos e doces. 
Flor:  Setembro a outubro. 
Fruto: Março a maio.




quinta-feira, 30 de maio de 2013

Arvores Frutíferas Guaraná

sexta-feira, 29 de junho de 2012


GUARANÁ :



Descoberto pelo botânico alemão F. C. Paullini, o guaranazeiro é um arbusto encontrado no Brasil, especialmente na região da Amazônia, e Venezuela. Seu fruto, o guaraná, é relativamente pequeno, possui uma casca vermelha e polpa branca. O guaraná se assemelha muito com a forma de um olho.

Os guaranazeiros se adaptam bem em climas quentes e úmidos, com temperaturas médias de 26ºC. A colheita do guaraná é feita de forma manual, retirando cacho por cacho. Após isso, os grãos ainda são fermentados e secados, resultando no grão de guaraná torrado.

O guaraná contém um grande teor de cafeína (2 a 5% contra 1 a 2% do café), conferindo a ele a capacidade de diminuir a fadiga física e mental, produzir uma maior rapidez de raciocínio, entre outras. O guaraná também possui ação tônica cardiovascular, diurética, auxilia no combate a cólicas e enxaquecas. O guaraná é utilizado na fabricação de xaropes, barras, pós, refrigerantes e pela indústria  

Árvores Frutíferas Oití da Praia

Sinon.: Moquilea tomentosa Benth., Pleragina odorata Arruda ex Koster.
Família: CHRYSOBALANACEAE
 Nomes comuns: oitizeiro, morcegueira, guaiti, oiti-cagão, oiti-mirim.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore com até 20 m de altura, de copa muito frondosa e atraente. Folhas simples, alternas, elípticas, lanceoladas, pilosas em ambos os lados quando novas, tornado-se glabras, a pilosidade se destaca quando esfregamos a folha. Flores pequenas e brancas. Fruto drupa de epicarpo carnoso, forma oval, com cerca de 5 cm de comprimento quando maduro, com uma semente grande envolta em massa amarela, pegajosa e fibrosa, aroma agradável e saborosa, com casca amarelada quando maduro.





OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA
 
 Espécie perenifólia. Ocorre do Piauí até a Bahia, característica da floresta de restinga do nordeste e amplamente cultivada nas demais regiões.  
 



USOS MAIS FREQUENTES

Espécie bastante cultivada em virtude de seus frutos comestíveis, com amêndoas ricas em óleo. Essa espécie tem sido muito usada no paisagismo e principalmente para arborização de calçadas. Sua madeira pode ser utilizada na construção civil e obras hidráulicas. 
Flor:  Julho a setembro. 
Fruto: Janeiro a março.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Árvores Frutíferas Banana do Mato

Família: ANNONACEAE
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore de 4 metros  de altura. Ramos tortuosos e flexuosos. Folhas compostas, paripenadas, inseridas num plano nos ramos, bordo ondulado. Fruto constituído de várias unidades (mericarpo), cada uma do tamanho de uma banana pequena, quando maduros ficam com a casca amarelada e com 2 ou mais sementes grandes envolvidas por uma polpa esbranquiçada, adocicada e de sabor agradável.  





OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA
 
 Ocorre em São Paulo.

 






USOS MAIS FREQUENTES

A polpa dos frutos além de ser comestível, é usada como refrigerante.  
Flor:  Outubro a janeiro.  
Fruto: Janeiro a junho.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Arvores Frutiferas Caimito

Sinon.: Cainito pomiferum Tussac, Chrysophyllum bicolor Poir., Cynodedron biclor (Poir.) Baehni
Família: SAPOTACEAE
 Nomes comuns: cainito, abiu-do-Pará.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore de 12 a 15 m de altura. Quando cortada ou retirada as folhas, flores ou frutos, produz uma substância leitosa (árvore latescente). Folhas alternas, pecioladas, elíptico-oblongas, de ápice obtuso ou agudo, agudas na base, bordo inteiro, pilosa na face inferior, com pêlos dourados definindo uma coloração que pode variar do marrom ao dourado, de fácil reconhecimento, bem nítidos. Flores com corola tubulosa, numerosas nas axilas das folhas, apresentando pedicelo recoberto por lanugem brancacenta. Fruto baga globosa, roxa, azul ou esverdeada, de 5 a 10 cm de diâmetro, polpa branca, às vezes rósea gelatinosa, contendo 4 sementes pardas ou pretas.


OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA
 
 Espécie originária das Antilhas. 
 










USOS MAIS FREQUENTES

Polpa do fruto muito agradável, gelatinosa e doce, muito usada para doces e ao natural. 
Flor: Fevereiro a maio 
Fruto: Maio a setembro

Fonte:http://www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr17.php

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Arvores Frutiferas de Jambeiro

 Syzygium jambos (L.)Alston.
Sinon.: Eugenia jambos L., Jambosa vulgaris DC. 
Família: MYRTACEAE 
 Nomes comuns: jambo amarelo, jambo-comum, jambo-da-índia, jambo-verdadeiro, jambo-cheiroso.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS
 
Árvores com ramos acinzentados  e cicatrizes foliares aparentes. Folhas opostas, elípticas, ápice agudo, glabras, de coloração verde-escura, brilhante com a face inferior mais clara. Flores de coloração branco-esverdeadas, adensadas, de estames longos, brancos, bem destacadas na árvore, perfumadas e melíferas. Fruto baga globosa, amarelo-rósea, róseo-branca, ou arroxeada, polpa suculenta, perfumada e de sabor muito agradável. 

OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA 
 Espécie exótica, originária da Ásia. Cultivada em todas as partes quentes não só no Brasil como dos demais países de clima tropical.

 






USOS MAIS FREQUENTES

Frutífera consumida ao natural ou como doces, geléias, compotas e a polpa do fruto fermentado produz aguardente.  A árvore pode também ser utilizada como planta ornamental e como quebra-vento.  

Flor:
  Julho a novembro 
  
Fruto: Dezembro a abril

Fonte:http://www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr10.php

domingo, 26 de maio de 2013

Arvores Frutiferas Grumixama

Sinon.: Stenocalyx brasiliensis (Lam.) Berg., Myrtus dombeyi Spreng.,
Stenocalix silvestris Berg.
Família: MYRTACEAE
 Outros nomes: grumixama, grumixaba, ibaporoiti.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS
 
Árvore de 6 a 20 metros de atura. Tronco ereto e com casca acinzentado-olivácea lisa descamando em placas finas, copa bem desenvolvida, piramidal. Folhas simples, obovado-oblongas e elípticas, arredondadas no ápice, coriácea, glabras, de coloração verde-escura e brilhante de 4 a 20 cm de comprimento. Flores brancas de até 6 cm de comprimento, com pecíolo longo. Fruto baga, globosa-achatada, com cerca de 3 cm  de diâmetro, com as sépalas remanescentes da flor, na forma de uma coroa no ápice do fruto, de casca lisa, brilhante, de coloração roxo-escura, vermelha ou amarela, com uma ou mais sementes, de polpa branca, vermelha ou arroxeada e de sabor doce e ligeiramente ácido. Seu pedicelo é comprido e flexível, ficando o fruto pendente.  
OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA  Espécie perenifólia, ocorrendo de Pernambuco até o Paraná, nas formações florestais do complexo atlântico, onde é rara, tendo preferência para ambientes de maior umidade do solo.

 





USOS MAIS FREQUENTES

Os frutos são consumidos ao natural, ou como doces, compotas e bebidas vinosas. Sua madeira pode ser usada na marcenaria e carpintaria, ou como lenha. Seu plantio é indicado tanto no paisagismo de parques, ruas e avenidas, bem como no reflorestamento de áreas degradadas, pois seus frutos são procurados por pássaros.  
Flor:  Setembro a novembro.   
Fruto: Novembro a fevereiro. 




sábado, 25 de maio de 2013

Arvore Frutifera de Cabeludinha


Cabeludinha

Outros nomes comuns da cabeludinha

Cabeluda.

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore com cerca de 8 metros de altura. Ramos eretos, glabros, escuros e flexíveis. Partes jovens da planta recobertas por pêlos brancos. Folhas opostas, na cor verde-escuro, pecíolos curtos, elípticas e agudas nas duas extremidades com glâdulas translúcidas na folha num único ou poucos planos de inserção, de 4 a 7 cm de comprimento, nervura da face inferior saliente. Flores brancas, pequenas e numerosas. Fruto baga, de forma quase globosa, coroado por uma cicatriz de restos da flor, casca grossa, na cor amarelo-canário, pubescente, possui uma ou duas sementes grandes, polpa suculenta e sementes com sabor adstringente.
Cabeludinha

OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA

Espécie nativa do Brasil, árvore originária do estado do Rio de Janeiro, São Paulo e parte do sul de Minas Gerais. Em Santa Catarina ocorre apenas em cultivo.

USOS MAIS FREQUENTES

Seus frutos tem sabor agradável, levemente ácido, ricos em vitamina e normalmente são consumidos ao natural. Também é utilizada como planta ornamental, graças as suas densas ramificações, elegante copa e folagem verde-escura.
Fonte: www.esalq.usp.br

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Arvores Frutíferas de Avelã


Avelã

Nome Científico da Avelã

Corylus avellana, L.

Família

Betalaceae

Origem e dispersão

As espécies Corylus americana e C. cornuta são naturais do Norte da América, porém a maioria dos cultivares utilizados são oriundos da aveleira comum (C. avellana), que parece ser originária da Ásia Menor, nas margens do Mar Negro.

Características

A aveleira é uma planta de porte arbustivo e arbóreo; as folhas são ovais e caducas; as flores não apresentam perianto, cada bráctea apresenta de quatro a oito estames e as inflorescências são pistiladas; o ovário apresenta um ou dois óvulos por lóculo; o fruto é uma noz subglobosa ou ovóide, com pericarpo lenhoso, rodeado por um envoltório de folhas, irregularmente dentado ou, às vezes tubular, agrupado em rácimos na extremidade das brotações.

Clima e Solo

A planta é bastante resistente ao frio, porém, devido ao fato de a floração ocorrer no inverno, devem ser evitadas regiões com temperaturas extremamente baixas neste período (-10ºC), o que não é comum no Brasil.

Propagação

A aveleira pode ser propagada por sementes mergulhia e por rebentos que brotam do tronco.

Variedades

Na Turquia, principal produtor, o cultivar mais importante é “Tombul”; na Itália, o ‘Tonda Gentile della Langhe’ na Espanha, ‘Negreta’; nos Estados Unidos, ‘Barcelona’ e ‘Daviniana’ como polinizadora.

Utilização

A avelã é bastante saborosa, alimentícia, rica em proteína e com 50 a 60% de óleo.
Fonte: www.todafruta.com.br

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Arvores Frutiferas Pecã



Carya illinoensis Koch.

Conhecida também como nogueira-americana por sua origem na Louisiana, EUA. Constitui espécie típica de clima temperado, de folhas caducas e pertence à família Juglandaceae. Mesmo com o bom desenvolvimento das plantas, que são de porte alto, as produções têm sido normalmente baixas e irregulares no nosso meio. As nozes são de excelente qualidade, consumidas in natura ou em forma de confeitos. Florada

Cultivares: Mahan, Frotscher e Moneymaker (Piracicaba e Piracicaba-Mirim: porta-enxertos).

Mudas e plantio: de raízes nuas, de junho a agosto; em recipientes na época das águas.

Espaçamento: 9 x 9m a 14 x 12m.

Mudas necessárias: 60 a 123/ha.

Controle da erosão: plantio em nível ou cortando as águas; patamares ou banquetas, nos terrenos mais declivosos, capinas em ruas alternadas, roçadeira na época das águas.

Calagem: de acordo com a análise de solo, aplicar calcário para elevar a saturação por bases a 70%. Aplicar o corretivo em todo o terreno, antes do plantio ou mesmo durante a exploração do pomar, incorporando-o através da aração e gradagem.

Adubação de plantio: aplicar, por cova, 2kg de esterco de galinha ou 10kg de esterco de curral, bem curtido, 1kg de calcário magnesiano, 160g de P2O5 e 60g de K2O pelo menos 30 dias antes do plantio. Em cobertura, a partir do início da brotação das mudas, ao redor da planta, 60g de N, em quatro parcelas de 15g, de dois em dois meses.

Adubação de formação: no pomar em formação, de acordo com a análise de solo e por ano de idade, aplicar 20 a 60 g/planta de cada um dos nutrientes: N, P2O5 e K2O, sendo a de N em quatro parcelas, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.

Adubação de produção: no pomar adulto, a partir do 10º ano, dependendo da análise de solo e da produtividade, aplicar anualmente 2 t/ha de esterco de galinha, ou 10 a 20 t/ha de esterco de curral, bem curtido, e 50 kg/ha de N, 20 a 40 kg/ha de P2O5 e 20 a 40 kg/ha de k2O. Após a colheita, distribuir esterco, fósforo e potássio, na dosagem anual, em coroa larga, acompanhando a projeção da copa no solo, e misturá-los com a terra da superfície. Dividir nitrogênio em quatro parcelas e aplicá-las em cobertura, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.

Outros tratos culturais: capinas e podas de limpeza; eliminação de ramos atacados pela broca.

Controle de pragas e doenças: tratamento de inverno com calda sulfocálcica concentrada e caiação do tronco; na vegetação: fungicida oxicloreto de cobre; inseticidas: fenthion, malathion e fosfina. O porte avantajado das plantas implica a necessidade de uso de pulverizadores de alta pressão para aplicação de defensivos; além disso, dificulta o controle das brocas dos ramos e dos troncos.

Colheita: março a abril; primeiras a partir do 6º ao 8º anos de instalação do pomar; colheita, por catação semanal, das nozes sob as plantas.

Produtividade: 500 a 1.000 kg/ha/ano de nozes.

Observações: devido à baixa produtividade que a nogueira-pecã tem mostrado nas nossas condições, não se recomenda o seu cultivo solteiro para fins comerciais. É necessário que se faça a consorciação com outras culturas, anuais ou perenes, que justifiquem um mínimo de rentabilidade na área utilizada. Entretanto, devido à excelência das nozes, é interessante que algumas plantas dessa nogueira estejam presentes nas propriedades rurais, para obtenção de safras para uso caseiro.


Fonte: Boletim, IAC, 200, 1998.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Árvores Frutíferas Pessegueiro-do-Mato

Sinon.: Myrcianthes edulis Berg., Eugenia myrcianthes Nied., Eugenia edulis Benth et Hook.
Família: MYRTACEAE 
Nomes comuns: guaibajaí, ivaí, cereja-do-rio-grande, ibajaí, ubajaí..
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore de 5 a 10 m de altura. Tronco ereto, com ramificações tortuosas, pouco suberoso, com casca acinzentada. Folhas simples, opostas, lanceoladas com pêlos curtos nas nervuras, aromáticas e com pontos translúcidos. Flores brancas, numerosas, pequenas, com odor agradável, usada na indústria de perfumaria. Fruto baga, subgloboso ou globoso, de 3 cm ou mais, levemente pubescentes, amarelado, albo-velutino quando jovem, com uma semente grande castanho clara. 



OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA
  Espécie pioneira, decídua. Ocorre desde São Paulo até o Rio Grande do Sul, nas formações florestais do complexo atlântico e nas florestas e cerrados da bacia do Paraná. Ocorre ainda no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás, nas florestas estacionais semideciduais e nos cerrados "senso lato". 


 



USOS MAIS FREQUENTES

Seus frutos são comestíveis e saborosos, sendo consumidos ao natural ou na forma de doces, geléias e sucos, sendo também bastante procurados por várias espécies de pássaros. Madeira usada para marcenaria de luxo, com cerne avermelhado. 
Flor: Agosto a outubro.
Fruto: Outubro a dezembro.






terça-feira, 21 de maio de 2013

Arvores Frutíferas Fruta do Faraó

  Árvores Frutíferas
  Fruta-de-Faraó
  Allophylus edulis (A. St. Hil. & al.) Radlk.



Sinon.: Schmidelia edulis A. St. Hil. & al., Schmidelia guaranitica Griseb., Urvillea serianaGriseb., Nassavia terminalis Vell.
Família:  SAPINDACEAE
Outros nomes: chal-chal, fruta-do-pombo, baga-de-morcego, vacum, vacunzeiro, murta-branca..
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore ou arbusto, podendo chegar até 10 metros de altura. Tronco ereto, descamante em placas, casca fina, pardo-escura, ramos acinzentado com lenticelas. Folhas compostas, trifoliadas, de 10 a 15 cm de comprimento, folíolos oblongo-lanceolados, glabros ou pubescentes próximo às nervuras principais, margem serreada,  ápice acuminado, pecíolo com canal bem definido, de 3 a 5 cm de comprimento. Inflorescência composta, com ramos centrais mais longos, terminais ou na axila das folhas do ápice dos ramos vegetativos. Flores pediceladas, branco-esverdeadas, de 2 a 5 mm de comprimento. Fruto drupáceos abundantes, ovóides a subesféricos, pequenos, vermelhos, lisos e glabros. 
OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA  Espécie colonizadora de áreas abertas, mas também ocorrendo no interior das matas primárias mais preservadas, em capoeiras, capoeirões e beira de rios. Comum a maioria das formações florestais brasileiras, desde a floresta amazônica até a atlântica. Ocorre ainda em outras formações florestais América do Sul.


 





USOS MAIS FREQUENTES

Embora com pouca polpa, seus frutos são comestíveis de sabor agradável e, quando fermentados, produzem uma bebida vinosa, também conhecida por "chicha".  
Flor:  Agosto a novembro  
Fruto: Novembro a dezembro

 





segunda-feira, 20 de maio de 2013

Arvores Frutiferas - Juazeiro


Juazeiro
  Zizyphus joazeiro Mart.

Sinon.: Zizyphus gardneri Reiss. 
Família: RHAMNACEAE
Nomes comuns: joá, larajeira-de-vaqueiro, juá-fruta.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore de 10 metros de altura, com copa grande. Tronco simples ou ramificado, casca lisa. Folha simples, pecioladas, largo ovais, cordadas na base, afiladas no ápice, consistência levemente coriácea, lisas, trinérvias, ligeiramente brilhantes, bordo serrilhado, glabras, exceto por pêlos nas nervuras do lado de baixo, de até 10 cm de comprimento. Inflorescências em cimeiras quase globosas, com muitas flores, pedicelo curto subdivididos dois a dois, pétalas recurvadas. Fruto drupa amarelada do tamanho de uma cereja.  
OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA  Ocorre no Piauí até o norte de Minas Gerais, en campos abertos ou caatingas dos sertões, no polígono das secas. Na época mais seca das caatingas diz-se que uma das últimas plantas a perder as folhas.


 





USOS MAIS FREQUENTES

Frutos comestíveis ao natural ou como geléia. A casca do fruto é rica em saponina e usada para fazer sabão e produtos para limpeza dos dentes. Também usado na alimentação do gado na época seca.  
Flor: Setembro a janeiro.  
Fruto: Junho e julho.

 
Fonte:http://www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr02.php

sábado, 18 de maio de 2013

Arvores Frutíferas Figueira


  • Nome Científico: Ficus carica
  • Nomes Populares: Figueira, Figo, Figueira-comum, Figueira-da-europa, Figueira-de-baco, Figueira-de-portugal, Figueira-do-reino
  • Família: Moraceae
  • Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas
  • Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
  • Origem: África, Ásia, Europa, Mediterrâneo, Oriente Médio
  • Altura:
  • Luminosidade: Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
     Ficus carica, Figo, Figueira-comum, Figueira-da-europa, Figueira-de-baco, Figueira-de-portugal, Figueira-do-reino
A figueira é uma árvore frutífera, monóica e decídua, originária do Oriente Médio. Sabe-se que o figo, fruto da figueira, é utilizado pelo homem desde à Idade da Pedra. A figueira é também uma das primeiras plantas cultivadas. De porte pequeno a médio, as figueiras crescem de 6 a 10 metros de altura, mas geralmente não ultrapassam os 8 metros. A planta é bem ramificada, com ramos frágeis e seiva leitosa. As folhas são verdes, caducas no inverno, com textura papirácea, nervuras bem marcadas e profundamente lobadas, com três a cinco lobos. As flores da figueira não são visíveis pois se encontram dentro do figo, que é uma infrutescência e não uma fruta. Sicônio é o tipo de pseudofruto ao qual pertencem os figos. O pequeno orifício visto na base do figo é uma passagem estreita para os polinizadores. As flores são polinizadas devido a uma simbiose com um tipo muito específico de vespa-do-figo. Em troca da polinização os figos fornecem alimento e abrigo para todas as fases de vida da vespa, em uma complexa relação. Se a polinização ocorrer serão produzidas sementes. As plantas masculinas produzem figos não comestíveis, denominadados caprifigos. A grande maioria das variedades cultivadas no Brasil não necessita de polinização, assim como de plantas macho, para produzir os figos comestíveis. Os figos podem ser verdes, pretos, roxos, amarelos, vermelhos, marrons e esbranquiçados, de acordo com a variedade.
A figueira é uma árvore fácil de cultivar no pomar doméstico. Ela provê uma quantidade enorme de figos que podem ser consumidos maduros, in natura, ou mesmo verdes, em preparos diversos. Os figos verdes se prestam para geléias, doces em calda, figadas, figos desidratados tipo rami, cristalizados, licores, etc. Os maduros entram crus ou cozidos em pratos doces ou salgados, como saladas, assados e sobremesas refrescantes. De forma bem planejada, é possível aproveitar as delicias do figo o ano todo. Além dos figos, a figueira adulta provê uma agradável sombra, gostosa de curtir em chácaras, amplos jardins e parques. Assim como outras árvores do gênero Ficus, a figueira-comum possui raízes agressivas nos exemplares adultos. Desta forma não é indicado seu plantio próximo à construções, tubulações enterradas e áreas pavimentadas. Os figos maduros também são muito atrativos para os passarinhos.
As podas são parte importante da manutenção e formação da figueira. As podas de formação iniciam-se já no primeiro ano após o plantio, assim que a planta atinge 50 cm de altura. Os despontes sucessivos a cada ano preparam a copa da árvore para que sejam baixa, arejada e bem distribuída. Para uma boa produção e facilitar a colheita, além de prevenir a planta de uma série de doenças e pragas, é recomendável também a poda anual da planta adulta. Esta poda é drástica e visa eliminar os ramos que produziram no ultimo ano, além de ramos secos, fracos e doentes. A poda anual deve ser realizada no final do inverno, antes da planta emitir suas brotações. O aspecto final da planta podada deve ser sem folhas. Após as podas, é importante utilizar uma pasta cicatrizante ou pasta bordalesa sobre os ferimentos.
Deve ser cultivado sob sol pleno, em solos bem drenados, profundos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados no pós-plantio e períodos de estiagem. A figueira é capaz de crescer bem em solos pobres e tolera a seca, porém com menor produção de figos. Ela clima mediterrâneo e subtropical, mas tem excelente adaptação climática, podendo ser cultivada de norte a sul do Brasil. É interessante que passe por um período de dormência anual, seja por inverno frio ou seco. (A irrigação constante em climas quentes inibe a dormência, o que diminui a produtividade da planta). Não tolera geadas, mas rebrota na primavera. Adubações anuais e uma cobertura verde ou morta sobre o solo são importantes para evitar doenças e estimular a produção. Multiplica-se por sementes apenas para fins de melhoramento. Geralmente a multiplicação é feita por alporquia e estaquia dos ramos. A época ideal para obtenção das estacas é no final do inverno por ocasião da poda.
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Categorias: Diretório de Plantas
http://www.jardineiro.net/plantas/figueira-ficus-carica.html

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Arvores Frutiferas de Ameixa Nespera





Muito comum em espaços públicos, jardim residenciais e até a beira de estradas, a nêspera é uma árvores que se  dispersa facilmente, pois as sementes levadas por passarinhos germinam espontaneamente. Originária do Japão e da China, ela tem porte entre 5m a 10m de altura. Apresenta galhos desde a base e pode ser podado anualmente para evitar o crescimento e deixar copa arredondada, o que facilita a colheita dos frutos.
Seus ramos e folhas são cobertos por uma densa camada ferrugínea de pilosidade. Já as flores, que surgem de maio a julho, são brancas e aromáticas. Os frutos em forma de baga surgem no inverno. Eles são amarelos quando maduros apresentam polpa carnosa e adocicada e são dotados de uma a três sementes. Podem ser consumidos ao natural ou usados no preparo de doces, compotas, licores e saladas de frutas.
Típica de clima tropical e temperado, a nêspera gosta de sol pleno e se propaga por sementes.
Fonte:Frutas do Brasil-Editora Europa

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Arvores Frutiferas Castanha do Maranhão

Sinon.: Pachira glabra Pasq., Bombax columellatum Buxb, Bombax glabrum (Pasq.) A. Robyns
Família:  BOMBACACEAE
Outros nomes comuns: castanha-da-praia, cacau-do-maranhão, mamorana, amendoim-de-árvore, cacau selvagem.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvores pequenas de 4 a 6 metros de altura, muito ornamental. Tronco verde liso, com lenticelas brancas. Folhas compostas, digitadas, de 5 a 8 folíolos esparsamente pubescentes, de 10 a 27 cm de comprimento, com estípulas caducas, margem inteira. Flores solitárias ou geminadas. Fruto cápsula lenhosa, ovóide, vermelha. Sementes grandes sub-globosas, estriadas, envolvidas por densa e longa pilosidade.    


 OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA
Espécie perenifolia, que ocorre de Pernambuco até o Rio de Janeiro, nas formações florestais do complexo atlântico.


 





USOS MAIS FREQUENTES

As sementes são comestíveis, com sabor semelhante ao do cacau e a planta é largamente usada como ornamental e para cercas vivas. A madeira é utilizada na confecção de utensílios leves.  
Flor:  Setembro a novembro.  
Fruto: Janeiro a fevereiro.
Fonte:http://www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr04.php

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Árvores Frutíferas Tarumã Mitex montevidensis Cham.

Sinon.: Vitex taruma Mart., Vitex bignonioides
H.B.K., Bignonia megapotamica Spreng., Vitex
megapotamica (Spreng.) Mold.
Família: VERBENACEAE
Nomes comuns: azeitona do mato, azeitona
brava, sombra de touro, tarumã romã, cinco
folhas, copiúba.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS

Árvore de 3 a 10 metros de altura, com casca acinzentada escura, que desprende-se com lâminas longitudinais. Folhas compostas, digitadas, em geral com 5 folíolos elípticos-ovalados e de ápice agudo, pecíolo longo. Flores numerosas, pequenas terminais ou axilares, branco arroxeadas no centro do tubo. Frutos drupas carnosas, arroxeadas quando maduras, mucilaginosos, arredondadas ou ovalados, de 1 a 2 cm de comprimento.
OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA  Espécie que perde parcialmente as folhas na seca. Encontrada desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, Uruguai, Paraguai e Argentina, nas florestas estacionais semi deciduais e nas de Araucária e de altitude. Predominando nas beiras de rios, nas matas ciliares.   


USOS MAIS FREQUENTES  

Os frutos são comestíveis, adocicados, muito procurados pela fauna, usados até como isca para pescaria. As folhas em infusão são usadas como diuréticos e depurativo do sangue. Suas flores são melíferas.  
Flor: Setembro a janeiro.
Fruto: Dezembro a fevereiro.

 
Fonte:http://www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr01.php

terça-feira, 14 de maio de 2013

Arvore Frutifera de Tucumã

Nome popular: Tucum, Tucumã-açú.
Nome científico: Astrocaryum aculeatum
Família: Palmaceae
Tucumã
Grande palmeira, alcança de 10 a 15 metros de altura, sempre provida de espinhos longos, dispostos na metade superior do tronco. Produz um fruto, cujo mesocarpo amarelado e oleoso é muito apreciado pelo caboclo local, acompanhado de farinha de mandioca. Suas folhas, maceradas, fornecem uma fibra resistente utilizada no artesanato de malhadeiras e redes de dormir.
O fruto tem grande valor nutritivo, e pode ser consumido na forma de sorvetes, doces e compotas. Com a polpa, pode-se preparar o "vinho de tucumã".
Este tipo de tucumã é nativo do Amazonas, sendo comum em regiões descampadas, com solos pobres e degradados.
Conhecida popularmente como:
Tucum ou tucumã-açú.
Grande palmeira, alcança de 10 a 15 metros de altura, sempre provida de espinhos longos, dispostos na metade superior do tronco.
Produz um fruto, cujo mesocarpo amarelado e oleoso é muito apreciado, acompanhado de farinha de mandioca. Suas folhas, maceradas, fornecem uma fibra resistente utilizada no artesanato de malhadeiras e redes de dormir.
O fruto tem grande valor nutritivo, e pode ser consumido na forma de sorvetes, doces e compotas. Com a polpa, pode-se preparar o "vinho de tucumã".
Este tipo de tucumã é nativo do Amazonas, sendo comum em regiões descampadas, com solos pobres e degradados.
Fonte: www.casaecia.arq.br
Tucumã

Tipo de fruta da região amazônica, encontrada em grandes cachos, protegidos por espinhos.
Tem forma arredondada, casca firme que só pode ser retirada com o uso de faca, polpa de cor alaranjada, bastante dura e muito fina, com o caroço desproporcionalmente grande.
Tucumã
Fruta muito nutritiva
100 gramas de polpa equivalem a 52.000 unidades de vitamina A ou a dez frutas cítricas, vitamina C, fornecendo 247 calorias.
Fonte: www.thesaurus.eti.br
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/tucuma/tucuma.php

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Arvores Frutiferas de Laranja - Laranjeira


Laranja
Laranja, fruta originária da Ásia, especialmente da China e do arquipélago malaio, é o nome genérico dado a várias frutas que pertencem ao grupo dos citrus (dentro deste grupo estão também o limão, a lima, a cidra, o grapefruit, etc.).
Quase todas as variedades de laranja têm forma arredondada, casca fibrosa e polpa suculenta. Entre as várias espécies de laranja, as híbridas (produto da mistura de duas ou mais espécies diferentes) são as de maior tamanho, têm melhor sabor e maior quantidade de suco.
Seus nutrientes diferem conforme a variedade da fruta. Porém, de forma geral, qualquer tipo de laranja contém quantidades apreciáveis de sais minerais, principalmente cálcio, potássio, sódio e fósforo.
laranja é rica em vitaminas do complexo B, contém um pouco de vitamina A e é considerada a melhor fonte de Vitamina C (duaslaranjas por dia fornecem a quantidade de vitamina C de que o organismo precisa). Além disso, contém açúcares simples, que são facilmente assimilados pelo organismo. Da flor e da folha extraem-se óleos e essências usados na medicina caseira.
A vitamina C, o nutriente mais importante da laranja, se oxida e se perde com muita facilidade.
Por isso, deve-se tomar alguns cuidados para evitar que isso aconteça:
Evite consumir laranjas muito maduras. Elas devem estar no ponto certo de maturação.
A vitamina C começa a desaparecer quando a polpa entra em contato com o ar. Portanto, só descasque a laranja na hora em que for consumí-la. Da mesma maneira, não guarde o suco de laranja, mesmo que seja na geladeira. Se a fruta fizer parte da merenda das crianças, retire a casca, mas deixe a parte branca (que funciona como uma proteção).
Para cortar a laranja, use somente faca de aço inoxidável. Outros metais oxidam a vitamina C.
O suco da laranja deve ser servido fresco e gelado. Aquecido, ele perde a vitamina C. Por isso, as receitas à base de laranja não podem ser consideradas fontes dessa vitamina.
Quanto mais ácida for a laranja, maior é o seu conteúdo de vitamina C.
No Brasil, as variedades mais cultivadas e conhecidas de laranjas são:

Laranja-da-baía

Também conhecida como laranja-de-umbigo porque tem uma saliência na parte de baixo. Tem sabor adocicado, polpa muito suculenta e casca amarelo-gema. Dá bastante suco, podendo ser consumida ao natural, em refrescos ou como ingrediente de pratos especiais. Por ser pouco ácida, seu suco pode ser misturado ao de outras variedades (como laranja-pêra e laranja-barão) com bons resultados. É o tipo de laranja que contém a maior quantidade de vitamina C.

Laranja-da-terra

Conhecida em algumas regiões como laranja-cavala e em outras como laranja-azeda ou laranja-bigarada, tem cor amarelo-forte com tons avermelhados, forma achatada e não é muito grande. De sabor ácido e polpa suculenta, pode ser consumida em forma de suco, masa melhor maneira de prepará-la é a compota, tipo de doce em que a casca também pode ser usada.

Laranja-lima

É a variedade menos ácida, sendo, por isso, muito recomendada para bebês. Tem casca fina de cor amarelo-clara, sabor suave e doce e polpa muito suculenta. É ótima para ser comida em gomos, mas não se presta a outros preparos culinários.

Laranja-seleta

Quase do tamanho da laranja-da-baía, é bem suculenta, tem sabor adocicado, pouco ácido, e casca amarelo-clara. Excelente para ser consumida ao natural ou em sucos, não se presta para preparações culinárias.

Laranja-pêra

Menor que as outras variedades, tem casca fina e lisa, cor amarelo-avermelhada e polpa suculenta. Tem sabor adocicado, e é especial para o preparo de sucos e geléias.

Laranja-barão

Embora com formato parecido ao da laranja-pêra, é menor e tem cor mais clara. Sua casca é fina e lisa e a polpa muito suculenta, sendo recomendada para o preparo de sucos e pratos especiais.
Na hora da compra, dê preferência às laranjas mais pesadas, pois são as que têm maior quantidade de suco. Verifique se a cor está de acordo com a variedade, porque mudanças na coloração indicam má qualidade da fruta.
Alguns tipos de laranja têm a casca lisa, e outras, porosa. Nas primeiras, quanto mais fina for a casca, mais suculenta é a fruta. Nas variedades de casca amarelo-forte, manchas marrons são indício de que a fruta está bem doce e suculenta.
laranja-seleta deve ter um pedacinho do galho, sinal de que foi colhida corretamente. Em geral, a fruta boa para o consumo deve ser firme, sem ceder à pressão dos dedos. Também é possível comprar suco de laranja enlatado, concentrado ou congelado. A geléia ou a casca cristalizada ou em compota são outras formas de industrialização da laranja. As essências e a água de flor de laranjeira são encontradas em farmácias especializadas.
laranja deve ser conservada em lugar fresco e arejado, de preferência fora da geladeira. O suco enlatado ou congelado precisa ser mantido no congelador. O suco pronto pode ser conservado na geladeira, mas ele perde toda a vitamina C.

DICAS CULINÁRIAS

Para tirar o amargor do doce de laranja-da-terra, junte 1 colher (sopa) de sal à calda na hora em que começar a ferver.
As carnes gordas de ave ou de porco ficam deliciosas quando combinadas com o sabor ácido da laranja. Pernil, presunto e pato podem ser assados em suco de laranja, para que fiquem mais macios e saborosos.
Os coquetéis de champanha poder ser servidos com casca de laranja. Os de vermute ou uísque podem ser preparados com suco de laranja.
A casca de laranja seca ao sol ou no forno serve para aromatizer suflês e omeletes.
A casca de laranja fresca pode ser usada em pratos doces à base de leite, como arroz-doce, cremes e crepres.
Para que a membrana branca da laranja saia com mais facilidade, deixe a fruta de molho em água fervente por 5 minutos ou leve-a ao forno moderado pelo mesmo tempo.
Para adoçar a laranja azeda, descasque, corte em gomos e polvilhe cada um comuma pitada de sal.
Esfregue em seguida.
Para que o doce de laranja-da-terra fique mais gostoso, rale a fruta em lugar de descascar.
Para a sobremesa, sirva gomos de laranja polvilhado com coco ralado.

CURIOSIDADES

A infusão de folha de laranjeira é ótima para casos de enxaqueca e ajuda a baixar a febre.
A casca de laranja moída é um excelente remédio para eliminar os gases intstinais e combater a prisão de ventre.
Para resolver o problema de insônia, pingue algumas gotas de água de flor de laranjeira no travesseiro.
A infusão de flor de laranjeira é um excelente calmante. Junte um punhado de flores a 1 litro de água fervente. Deixe descansar durante algumas horas, coe e beba.
As primeiras laranjeiras brasileiras foram plantadas no litoral do Estado de São Paulo.
Apalavra laranja vem do persa narang, através do árabe naranya.
Foram os portugueses que introduziram a laranja doce na Europa.
Colombo, na sua segunda viagem, introduziu os cítricos na América.
Durante as travessias de Colombo foram descobertas as propriedades antiescorbúticas dos cítricos.
Fonte: www.geocities.com